segunda-feira, julho 16, 2012
terça-feira, julho 10, 2012
domingo, maio 13, 2012
CONFERÊNCIAS 19 MAIO 2012
1ª:
I CONGRESSO ANUAL DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA
Reitoria da Universidade Nova de Lisboa
Dia 19
Auditório B 09:30 Religião
Jorge Martins, Centro de Estudos de História Contemporânea, ISCTE-IUL, “A emancipação dos judeus portugueses: de Pombal à República”
2ª
Encontro Internacional
TURRES VETERAS XV
Judiarias, judeus e Judaísmo
Auditório do Edifício Paços do Concelho de Torres Vedras
Dia 19
16h.30 – Comunicação
"1912-2012: o centenário da legalização da Comunidade Israelita de Lisboa", Jorge Martins, (Centro de História Contemporânea do
ISCTE)
domingo, outubro 16, 2011
CONFERÊNCIA: CASTELO BRANCO, DIA 18, 10H
No âmbito do Congresso Internacional "Amato Lusitano, a Memória e o Tempo", que terá lugar nos próximos dias 17 e 18 do corrente mês, proferirei uma conferência subordinada ao título "Castelo Branco nos processos da Inquisição", no dia 18, terça-feira, pelas 10h, no Auditório da Biblioteca Municipal de Castelo Branco.
sexta-feira, outubro 14, 2011
Caso Dreyfus português pode ser resolvido 70 anos depois com apoio de Marinho Pinto
13 de Outubro, 2011
Mais de 70 anos depois, o caso do chamado Dreyfus português pode ser finalmente resolvido, agora que a família do capitão Barros Basto vai levar um requerimento à AR para a sua reintegração no exército a título póstumo.
Para o efeito conta com o apoio de instâncias internacionais e do bastonário dos advogados, Marinho Pinto, que já exigiu a reabilitação do capitão cuja sentença considerou uma «ignomínia».
Foi em 1937 que o Conselho Superior de Disciplina do Exército decidiu pela «separação do serviço» o capitão Arthur Carlos Barros Basto por considerar que não possuía «capacidade moral para prestígio da sua função e decoro da sua farda».
Em causa estava a realização de operações de circuncisão a alunos do Instituto Teológico Israelita do Porto, que havia fundado, e a saudação com um beijo dos mesmos alunos, à maneira dos judeus sefarditas de Marrocos.
O processo de 1937 está a neste momento a ser traduzido para inglês a fim de ser endossado à Liga Anti-Difamação e à Comissão Europeia contra o Racismo e a Intolerância após o que, e no final do mês de Outubro, a neta de Barros Basto irá dirigir à Assembleia da República um pedido de reintegração do avô, a título póstumo.
Nascido em 1887, Barros Basto, ou Ben-Rosh, apenas se converteu ao judaísmo em 1920 por influência do avô e depois de regressar da I Guerra Mundial.
Porém, e como não conseguiu ser aceite pela sinagoga de Lisboa, teve de se deslocar a Marrocos para se converter.
De regresso ao Porto, lançou-se numa campanha para resgatar outros judeus marranos como ele - descendentes de judeus portugueses e espanhóis que foram obrigados a se converterem ao cristianismo pela imposição da Inquisição - e criou a sinagoga Mekor Chaim do Porto, para além de fundar uma Yeshivá (escola) que funcionou durante nove anos.
«A partir desta altura começou a ter muitas dificuldades» contou à Lusa a neta do capitão, Isabel Lopes.
A sua prática aberta do judaísmo não foi bem vista pelas autoridades da altura (em pleno Estado Novo) que pretendiam suprimir o seu movimento, chegando mesmo a ser «avisado de que iria ter problemas como militar».
Foi então que «começaram a haver denúncias sobre práticas de qualquer coisa menos correcta e aceite pela comunidade» como a circuncisão «que não era ele que fazia, mas sim um médico».
O Conselho Superior de Disciplina do Exército deu porém como provado que Barros Basto «tomava para com os alunos, rapazes de 17 anos e mais, atitudes de interesse e intimidade exageradas, beijando-os e acarinhando-os frequentemente» e «realizava a operação de circuncisão a vários alunos», refere o despacho de 1937.
Barros Basto viria a morrer em 1961 sem conseguir ver o seu nome reabilitado.
Desde então a família tentou, em vão, junto de «variadíssimas pessoas e órgãos» que o capitão fosse reintegrado no exército, por se tratar de um caso de segregação político-religiosa ocorrido «numa época particularmente propícia ao anti-semitismo».
Lusa/SOL
Mais de 70 anos depois, o caso do chamado Dreyfus português pode ser finalmente resolvido, agora que a família do capitão Barros Basto vai levar um requerimento à AR para a sua reintegração no exército a título póstumo.
Para o efeito conta com o apoio de instâncias internacionais e do bastonário dos advogados, Marinho Pinto, que já exigiu a reabilitação do capitão cuja sentença considerou uma «ignomínia».
Foi em 1937 que o Conselho Superior de Disciplina do Exército decidiu pela «separação do serviço» o capitão Arthur Carlos Barros Basto por considerar que não possuía «capacidade moral para prestígio da sua função e decoro da sua farda».
Em causa estava a realização de operações de circuncisão a alunos do Instituto Teológico Israelita do Porto, que havia fundado, e a saudação com um beijo dos mesmos alunos, à maneira dos judeus sefarditas de Marrocos.
O processo de 1937 está a neste momento a ser traduzido para inglês a fim de ser endossado à Liga Anti-Difamação e à Comissão Europeia contra o Racismo e a Intolerância após o que, e no final do mês de Outubro, a neta de Barros Basto irá dirigir à Assembleia da República um pedido de reintegração do avô, a título póstumo.
Nascido em 1887, Barros Basto, ou Ben-Rosh, apenas se converteu ao judaísmo em 1920 por influência do avô e depois de regressar da I Guerra Mundial.
Porém, e como não conseguiu ser aceite pela sinagoga de Lisboa, teve de se deslocar a Marrocos para se converter.
De regresso ao Porto, lançou-se numa campanha para resgatar outros judeus marranos como ele - descendentes de judeus portugueses e espanhóis que foram obrigados a se converterem ao cristianismo pela imposição da Inquisição - e criou a sinagoga Mekor Chaim do Porto, para além de fundar uma Yeshivá (escola) que funcionou durante nove anos.
«A partir desta altura começou a ter muitas dificuldades» contou à Lusa a neta do capitão, Isabel Lopes.
A sua prática aberta do judaísmo não foi bem vista pelas autoridades da altura (em pleno Estado Novo) que pretendiam suprimir o seu movimento, chegando mesmo a ser «avisado de que iria ter problemas como militar».
Foi então que «começaram a haver denúncias sobre práticas de qualquer coisa menos correcta e aceite pela comunidade» como a circuncisão «que não era ele que fazia, mas sim um médico».
O Conselho Superior de Disciplina do Exército deu porém como provado que Barros Basto «tomava para com os alunos, rapazes de 17 anos e mais, atitudes de interesse e intimidade exageradas, beijando-os e acarinhando-os frequentemente» e «realizava a operação de circuncisão a vários alunos», refere o despacho de 1937.
Barros Basto viria a morrer em 1961 sem conseguir ver o seu nome reabilitado.
Desde então a família tentou, em vão, junto de «variadíssimas pessoas e órgãos» que o capitão fosse reintegrado no exército, por se tratar de um caso de segregação político-religiosa ocorrido «numa época particularmente propícia ao anti-semitismo».
Lusa/SOL
quarta-feira, julho 13, 2011
FINALMENTE, OS CHUETAS SÃO RECONHECIDOS COMO JUDEUS!
De acordo com o jornal El Pais, os chuetas de Maiorca são reconhecidos como judeus pela autoridade rabínica de Israel. Esperemos que aconteça o mesmo em relação aos marranos portugueses.
quarta-feira, junho 22, 2011
sábado, maio 28, 2011
Casa do Passal classificada como Monumento Nacional
Finalmente!!!!
A 25 de Maio de 2011, após 71 anos dos históricos acontecimentos de Bordeus, a Casa do Passal, onde nasceu e viveu Aristides de Sousa Mendes foi promulgada em Diário da República (Decreto nº 16/2011) como MONUMENTO NACIONAL!
Trata-se de um passo crucial no sentido da dignificação do legado do maior humanista português de todos os tempos, e todos nós estamos de parabéns, pois foi graças a esta causa do Facebook que o Ministério da Cultura se decidiu a dar o passo necessário para consubstanciar a tão almejada classificação do imóvel!
Por isso, agradeço a colaboração de todos!
Cordiais saudações
Francisco Dias
A 25 de Maio de 2011, após 71 anos dos históricos acontecimentos de Bordeus, a Casa do Passal, onde nasceu e viveu Aristides de Sousa Mendes foi promulgada em Diário da República (Decreto nº 16/2011) como MONUMENTO NACIONAL!
Trata-se de um passo crucial no sentido da dignificação do legado do maior humanista português de todos os tempos, e todos nós estamos de parabéns, pois foi graças a esta causa do Facebook que o Ministério da Cultura se decidiu a dar o passo necessário para consubstanciar a tão almejada classificação do imóvel!
Por isso, agradeço a colaboração de todos!
Cordiais saudações
Francisco Dias
sexta-feira, dezembro 24, 2010
CONFERÊNCIA EM SINTRA: 6 DE JANEIRO
Conferência "A República e os Judeus".
Dia 6 de Janeiro, 5ª Feira, às 18.30h
Centro Cultural Olga Cadaval - Sintra
Organização Câmara Municipal de Sintra
Ciclo "A República na História - Gentes, Cidadania e Memória"
Dia 6 de Janeiro, 5ª Feira, às 18.30h
Centro Cultural Olga Cadaval - Sintra
Organização Câmara Municipal de Sintra
Ciclo "A República na História - Gentes, Cidadania e Memória"
terça-feira, novembro 09, 2010
DIA 11: SESSÃO NA BIBLIOTECA DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
domingo, outubro 31, 2010
I FESTIVAL DA MEMÓRIA SEFARDITA
Realiza-se entre 1 e 7 de Novembro o I Festival da Memória Sefardita. Estarei presente no dia 4, 5ª feira, para apresentar a comunicação "Os Judeus da Serra da Estrela nos processos da Inquisição". Trata-se do mais importante acontecimento para a recuperação da memória, da cultura e da identidade da nossa matriz judaica nas terras beirãs.
7 DE NOVEMBRO: LANÇAMENTO DE "A REPÚBLICA E OS JUDEUS" NO SABUGAL

No próximo dia 7 de Novembro, pelas 15h, vai realizar-se uma sessão de lançamento de "A República e os Judeus" na Casa do Castelo, com a presença do actor Jorge Sequerra. Para mais informação siga o CAPEIA ARRAIANA.
terça-feira, outubro 26, 2010
ENTREVISTA À ANTENA 1 - PROGRAMA "RÁDIO REPÚBLICA"
Entrevista dada à jornalista Paula Carvalho e transmitida no programa Rádio República no dia 24 de Outubro. Pode ouvir-se entre os minutos 9.30 e 21.06.
domingo, outubro 24, 2010
LANÇAMENTO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, 11 DE NOVEMBRO, 18.30H
Não podia deixar de se realizar na Assembleia da República o lançamento de "A República e os Judeus", pois ali se proferiram discursos importantes a favor dos judeus, quando da discussão do projecto de Lar Judaico em Angola.
terça-feira, outubro 19, 2010
sábado, outubro 02, 2010
LANÇAMENTO DE "A REPÚBLICA E OS JUDEUS": 19 OUTUBRO, 18.00H, CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA
O lançamento do livro "A República e os Judeus" terá lugar no próximo dia 19 de Outubro, pelas 18.00H, na Câmara Municipal de Lisboa.
A apresentação será feita por Miguel Real, autor do prefácio do livro.
O actor Jorge Sequerra fará a leitura dramatizada de textos da época.
A apresentação será feita por Miguel Real, autor do prefácio do livro.
O actor Jorge Sequerra fará a leitura dramatizada de textos da época.
terça-feira, setembro 21, 2010
ARTIGO NO "PÚBLICO" DE HOJE
Foi hoje publicado no Público (P2): A República e os Judeus: a conquista da cidadania.
sábado, setembro 11, 2010
BREVE HISTÓRIA DE UMA CAPA

A capa de "A República e os Judeus" teve um percurso curioso. O talentoso artista, Jorge Machado-Dias, que tem feito as capas dos meus livros editados na Vega, resolveu criar um blogue onde expõe o seu processo de criação, exibindo os projectos exploratórios, até chegar à capa final.
A ideia era associar os judeus à República. Assim, a foto escolhida, publicada na revista Ilustração Portuguesa em 1915, mostra o presidente da República Teófilo Braga e o seu secretário particular, o judeu Levy Bensabat (1º à direita).
sexta-feira, setembro 10, 2010
CAPA DE "A REPÚBLICA E OS JUDEUS"
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